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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

VEREADORES - ELEIÇÕES - DEMOCRACIA – CURIOSIDADES




Vereadores da maioria dos municípios do Brasil estão em débito com a cidadania, com a democracia e com os direitos sociais. A maioria fiscaliza mal, mal legisla e ainda assina embaixo da maioria dos desmandos dos prefeito(a)s. Sem falar que não obrigam o Poder Executivo a obedecer suas leis, muitas vezes votadas para nada! Atualmente 432.867 candidatos concorrem a 57.434 vagas para vereadores nos 5.564 municípios em todo o Brasil. Quantidade sem qualidade! 31,5% dos candidatos são mulheres, que também têm decepcionado, em sua maioria como vereadoras. Não confundir conquista de tal espaço pelas mulheres como forma de avanço para o povo ou para as próprias mulheres. TENHO VISTO ATÉ PROFESSORA VEREADORA TRAIR OS COLEGAS PROFESSORES! Está na hora do cargo de vereador ser mais levado a sério e não ser utilizado como meio para favorecimentos pessoais em detrimento aos direitos coletivos e fundamentais! ESTE DÉBITO DOS VEREADORES BRASILEIROS COM SEU VERDADEIRO PAPEL EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DA JUSTIÇA SOCIAL CAUSA VERDADEIRA ANEMIA À DEMOCRACIA BRASILEIRA! O povo que dá procuração através do seu voto precisa ser mais rígido ao assinar tal procuração. VOTE COM A MESMA SERIEDADE QUE ESCOLHERIA UM PROCURADOR PARA CUIDAR DA SUA CONTA BANCÁRIA, CARO ELEITOR(A)!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

PORTUGAL REGISTRA TRÊS SUICÍDIOS POR DIA


OS EFEITOS DA CRISE ECONÔMICA ESTÃO PROVOCANDO O AUMENTO DO NÚMERO DE SUICÍDIOS EM PORTUGAL

O ataque brutal da burguesia imperialista sobre os países europeus em crise além causar a degradação das condições de vida dos trabalhadores está provocando um aumento descomunal de suicídios.

Os casos mais notórios foram constatados na Grécia, onde a taxa de suicídio aumentou 40% depois da crise econômica. Um caso marcante foi o caso do farmacêutico Dimitris Christoulas, de 77 anos que se matou diante do parlamento declarando que não tinham mais como viver com tantas dívidas.

Agora as atenções se voltam a Portugal, país europeu também mergulhado na recessão que está registrando um aumento expressivo do número de suicídios.  

Somente em 2011 foram registrado 110 suicídios a mais que no ano anterior segundo dados divulgados pelo Instituto de Medicina Legal (IML). Sendo que no ano passado o número de total foi de 1208 suicídios, uma média assustadora de três suicídios por dia. Em 2012, até o mês de julho o número já tinha chegado a 490.

Destes casos, não é possível registrar precisamente a causa das mortes, pois o Ministério Público português dispensa a autópsia quando não existe suspeita de crime.
Mas, segundo o presidente da Associação Portuguesa de Suicidologia, José Carlos Santos, “será esperado um aumento do número de casos, dado o número dos fatores de risco – entre eles, o desemprego, a taxa de pobreza, a instabilidade social e a diminuição dos apoios sociais”. (Esquerda.net, 18/8/2012).

O centro de Apoio Psicológico e de Intervenção em Crise (CAPIC) declarou que recebeu inúmeras reclamações de famílias que não estão conseguindo sequer alimentar os filhos devido à crise econômica que já colocou mais de 16% dos portugueses no desemprego.

Estes dados comprovam o quanto os trabalhadores estão sendo massacrados pelo imperialismo que está sugando todos os recursos econômicos dos países em crise à custa da miséria dos trabalhadores europeus.


A QUEM SERVE O SEU CANDIDATO?


Quão reveladora é a experiência de ver, no site do TSE, os nomes das empresas que “doaram” (com aspas enormes) dinheiro aos candidatos e partidos em eleições passadas.* Ali há dados que explicam, senão tudo, pelo menos muita coisa sobre o nosso processo político.
Vejamos: ao possuir, em sua lista de doadores, Gerdaus, Deltas, Klabins, Ipirangas, Bunges, Suzanos e afins, quais as chances de que, diante do impasse entre o interesse de um desses grupos econômicos e o interesse público, um político fique com a segunda opção? Dando um exemplo muito comum, mas nem por isso menos absurdo: a Construtora Y doa R$ 400.000,00 à campanha a prefeito do Sr. Fulano. Caso ele seja eleito, alguém duvida de que a construtora terá, sob a forma de contratos, o retorno do valor investido, ainda que estes não sejam vantajosos aos cofres públicos? Sim, porque “empresa não vota, empresa investe, e uma hora a fatura será cobrada”, diria Renato Roseno, candidato à prefeitura de Fortaleza pelo PSOL.**
Fica muito claro, então, o quanto aceitar doações de empresas é inconciliável com o interesse popular. O candidato que recebe esse tipo de recurso indica, desde muito cedo, a que lado pertence. Ora, e não venha me dizer que “não há lados” ou que “não é preciso escolher”. Bobagem. Claro que há campos antagônicos, e as desigualdades sociais estão aí pra mostrar isso. Na briga entre a lebre e o lince, se você “não escolhe” um lado, é claro que você está ajudando o mais forte, neste caso, o lince predador.
Aliás, falando em lados, como alguém brilhantemente já observou, políticos deveriam vir iguaizinhos a pilotos de Fórmula 1: com os nomes dos seus patrocinadores estampados na roupa, pra gente poder saber claramente — para muito além dos seus discursos treinados e campanhas caras — quem eles realmente representam e a quem efetivamente servirão quando eleitos.
Nesses dias, li no twitter da Andréa Saraiva: “Como pode um candidato não aceitar dinheiro de empresas, como pode não fechar aliança em troca de minutos na TV? Os incomodados, a velha política, chama isso de ‘arrogância’. Nós chamamos de coerência”. Os pontos levantados por essa reflexão formam a base do meu voto no Renato Roseno. Concordo que, à primeira vista, parece absurdo, impensável, ilógico — “ingênuo”, dizem os cínicos — romper com práticas que, apesar de ferirem completamente os direitos das maiorias sociais, viraram algo aceitável e, pior ainda, “natural”. Cabe então uma outra pergunta: o fato de que tenha sido dessa forma até agora nos obriga a aceitar que continue assim? Eu não sei você, mas eu não aceito. Não me rendo. De verdade. E, sobre essa questão do possível x impossível, transcrevo abaixo um pensamento interessante do filósofo esloveno Slavoj Zizek:
[“A mudança é possível. O que é que consideramos possível hoje? Basta seguir os meios de comunicação. Por um lado, na tecnologia e na sexualidade tudo parece ser possível. É possível viajar para a lua, tornar-se imortal através da biogenética. Pode-se ter sexo com animais ou qualquer outra coisa. Mas olhem para os terrenos da sociedade e da economia. Nestes, quase tudo é considerado impossível. Querem aumentar um pouco os impostos aos ricos? Eles dizem que é impossível. Perdemos competitividade. Querem mais dinheiro para a saúde? Eles dizem que é impossível, isso significaria um Estado totalitário. Algo tem de estar errado num mundo onde vos prometem ser imortais, mas em que não se pode gastar um pouco mais com cuidados de saúde.”]
Assim como Zizek, me recuso a concordar com a falácia de que é impossível porque é. “Pois nada deve parecer natural; nada deve parecer impossível de mudar” — aqui tomo emprestadas algumas palavras de Bertolt Brecht que têm sido um dos mantras da bela campanha de Roseno. E como bem observou Toinha Rocha, candidata a vereadora pelo PSOL, “Fortaleza não tem controle remoto. Você tem que levantar, lutar, votar e MUDAR”. Pois bem, eu me sinto diretamente responsável por essa mudança, que, antes de tudo, passa pela alteração da nossa percepção. Precisamos trocar a descrença e a apatia pela convicção em nossos ideais e pela ação.
Por isso, eu queria propor um pequeno desafio, independentemente de quem sejam os seus candidatos a prefeito e vereador: peça-lhes (aliás, exija. É seu direito, rapáh!) que divulguem as prestações de contas, tantos as suas quanto as dos seus comitês financeiros e direções partidárias, antes das eleições do dia 07 de outubro. Isso é o mínimo que eles devem fazer pra ser dignos do seu voto, pra ter direito a entrar no páreo pela sua confiança. Caso haja alguma empresa nesses relatórios, desconfie e pense sobre o que seu voto poderá significar (observe também se há pessoas físicas doando valores muito altos. Já vi doações de, pasme!, R$ 800.000,00 ou mais vindos de uma única pessoa física). É que, neste caso, são altas as chances de que tais candidatos estejam alinhados com os propósitos daquela minoria silenciosa que, há tempos, controla os cordões da política e da economia, e não com os interesses da maioria da população. É isso o que você quer pra sua cidade? E indo um pouco além: são esses tipos de relações que você quer pra sua vida e pro mundo?

* Dá pra ver, no site do TSE, os doadores dos candidatos e partidos até 2010. Infelizmente, a lei eleitoral ainda não obriga que essa prestação de contas seja feita durante a campanha, só exigindo que isso seja realizado depois de concluídas as eleições. O problema é que aí já é tarde demais.
** A campanha do Renato Roseno não aceita doações de empresas, apenas de pessoas físicas. A prestação de contas é feita e publicada semanalmente em renatoroseno.com.br 
FONTE: Fortaleza Insurgente

terça-feira, 17 de julho de 2012

TSE divulga ranking da corrupção por partido



Com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral divulgou um balanço com os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção desde 2000. O DEM, com 69 cassações, tem o equivalente a 9,02% de todos os políticos cassados no período de apuração, sendo o campeão.
Veja, abaixo, o ranking da corrupção COMPROVADA em cada partido.


domingo, 11 de março de 2012

PARA RANDOLFE RODRIGUES (PSOL-AP) APROVAÇÃO DO ESTATUTO VIRÁ SÓ COM MOBILIZAÇÃO DA JUVENTUDE

Os calouros da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) conheceram nesta sexta-feira (09) os avanços e conquistas do relatório do Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) sobre o Estatuto da Juventude, aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Randolfe participou de uma mesa-redonda com os senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Cristovam Buarque (PDT-DF), durante a programação do Projeto Calourada da UFMT, no Campus Cuiabá. O convite para a participação no evento foi feito pelo senador Pedro Taques.
Durante sua fala, Randolfe analisou alguns aspectos da nova legislação para a juventude como a garantia da meia-entrada em eventos culturais, artísticos e esportivos. Um dos pontos mais polêmicos do Estatuto por contrariar o previsto na Lei Geral da Copa.

“O Estatuto da Juventude federaliza a meia-entrada em eventos culturais e esportivos. E a Fifa terá que acatar a nossa lei”, destacou Randolfe e lembrou “Para a aprovação do Estatuto da Juventude tem que haver mobilização dos jovens”. O projeto ainda passara por mais 3 Comissões ate ser encaminhado para votação no Plenário, Randolfe assumirá a relatoria em mais duas.